quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Monografia sobre o arquitecto Mário Bonito


No passado dia 25, pelas 19.00h, o aluno Miguel Ribeiro, do curso de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Fernando Pessoa, apresentou e defendeu a sua monografia de final de curso intitulada: "Mário Bonito, Vida e Obra. Um Pequeno Grande Percurso", que lhe granjeou um "Muito Bom" (17), motivo pelo qual, como seu orientador, não posso deixar de me sentir satisfeito. Foi a minha sexta participação num júri deste género, desta feita como vogal e foi a segunda vez que um aluno defendeu uma monografia por mim orientada.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

OPÇÃO!


Uma opção nítidamente em contra-ciclo! Numa altura em que a crise obriga ao encerramento de muitos estabelecimentos e em que os "shoppings" devoram todo o comércio tradicional decidimos abrir uma loja. Os objectos, num conceito de arte acessível, são únicos, criteriosamente seleccionados e têm a assinatura do respectivo autor. A fotografia é de Rui Costa.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

"Boassas. Uma Aldeia com História"


Costuma-se dizer que "mais vale tarde do que nunca"... Pois, aí está! Foi finalmente editada a monografia sobre Boassas, que havia já anunciado várias vezes. O desenho gráfico é de Armando Alves e a edição é do Jornal Miradouro. É a edição, possível, de apenas 500 exemplares.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Casa Fernando Ventura II . 1994



Imagens comparativas do antes e depois das obras. Com o mínimo de meios intentou-se dar alguma dignidade a um edifício bastante degradado e descaracterizado. O conceito passa pela recuperação de elementos característicos da arquitectura tradicional do local. Ainda assim houve algum cuidado na execução. Portas, caixilharias e carpintarias foram desenhadas em pormenor, bem como alguns pormenores do interior, embora nem todos tenham sido executados. Este projecto teve a colaboração do arquitecto João Duque Carreira, com quem trabalhava na altura.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Casa Fernando Ventura . 1994


O projecto que se seguiu à Casa José M. Tavares foi a segunda obra a ser construída em Boassas. Tratou-se de uma recuperação e ampliação de um edifício de arquitectura popular, localizado em pleno centro da aldeia, junto à capela de N.ª Sr.ª da Estrela. O existente pouco ou nenhum interesse tinha. A pequena casa, de três pisos, havia sofrido algumas obras que lhe tiraram o pouco valor que ainda podia ter. Apesar de tudo subsistiam algumas técnicas tradicionais de construção, como o revestimento exterior em telha, que optei por manter. Este é um dos esquiços iniciais, com estudo de cor. O aspecto final não ficou muito diferente...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Creche de S. Sebastião . 2008


No final da passada semana chegou por fim a notícia esperada. Foi aprovado, tanto pela Câmara como pela Segurança Social, o projecto de execução e especialidades da Creche de S. Sebastião. Agora há que fazer os cadernos de concurso para seleccionar o construtor. O projecto, de que já aqui falei, é a recuperação e adaptação de um edifício existente, em estrutura de pedra.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Casa J. M. Tavares II . 1994


Este esquiço aproxima-se já da versão final. A proposta consistia numa cozinha tradicional, com sala de jantar, lareira e forno de cozer o pão. A construção procura a autonomia, a luz e a paisagem, rompendo claramente com o existente. O projecto de licenciamento foi aprovado na câmara e o requerente notificado para apresentar os projectos de especialidades, que se começaram então a fazer. A surpresa veio, quando ao passar no local, reparo que a obra já se havia iniciado sem que eu houvesse sido informado... e nem sequer cumpria o projecto de arquitectura. Seguiram-se todas as diligências possíveis para que a obra fosse corrigida de acordo com o projecto. Acabou por ser o primeiro projecto ao qual retirei o "Termo de Responsabilidade". Estávamos no ano de 1994.

Casa J. M. Tavares . 1994


Curiosamente, o projecto que se seguiu à Casa Orlando Constante tinha um programa idêntico. Ampliar uma casa horrível, embora aqui com um maior carácter de anexo, (de projecto anónimo, de um dos muitos "habilidosos" que polulam pelo concelho de Cinfães e assinado por algum engenheiro técnico), mal concebida e implantada, num terreno à face da estrada nacional, com uma vista fabulosa sobre o rio Douro. O projecto foi aprovado na câmara e tornou-se, para mim, um grande "imbróglio". Estes são alguns dos esquiços iniciais.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Associação Para a Defesa do Vale do Bestança


Enquanto se desenvolviam estes projectos, fui mentor de uma associação local, de carácter ambientalista, denominada Associação Para a Defesa do Vale do Bestança. Desenhei toda a linha gráfica, um pequeno periódico e ainda o próprio logotipo (com a ajuda do designer gráfico e amigo de longa data Paulo Teixeira Lopes).

domingo, 19 de outubro de 2008

Casa Orlando Constante V . 1994


Este o aspecto final da Casa Orlando Constante. Trata-se do alçado poente, que fica voltado para a estrada. A obra é quase imperceptível a quem passa, tanto pela sua localização recuada quanto à via pública, quer quanto à profusa vegetação que circunda a casa, quer, sobretudo ao barraco clandestino que lhe construiram à frente, à face da rua...

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O azulejo na História da Arquitectura e na Arquitectura Contemporânea


A aluna Carla Maria da Silva Jarmelo do curso de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Fernando Pessoa, apresenta, no próximo dia 22 de Outubro, a defesa da sua monografia de final de curso intitulada: "A Relação do Azulejo na História da Arquitectura Portuguesa e na Arquitectura Contemporânea", naquela que será a minha quinta arguência.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Casa Orlando Constante IV . 1994


Apesar de todas as dificuldades a obra ficou de acordo com o projecto, salvo pequenos detalhes. Quando o cliente entende a obra é sempre mais fácil trabalhar e o resultado é sempre melhor. Neste caso tive, inclusive, a felicidade do dono da obra me haver encomendado a própria mesa e as cadeiras. Desenhei os balcões, a lareira e o forno de cozer o pão. Só não desenhei a torneira...

domingo, 12 de outubro de 2008

Casa Orlando Constante III . 1994


Este projecto integrou a exposição organizada pela Ordem dos Arquitectos intitulada "Geração de 90". No catálogo da exposição podia ler-se o seguinte:
“Ampliar uma casa incaracterística, sem desenho, sem alma, sem vida... Devia caber uma cozinha/sala com características culturais vincadas - forno, lareira, fumeiro e fogão de lenha. A proposta rompe com o existente, procura a luz e a autonomia. Há elementos que sobressaem - a grande chaminé; as asnas de madeira; o volume suspenso da entrada; o grande pano de vidro que prolonga o espaço para o exterior. Embora pequena esta obra suplanta outras, pois houve a possibilidade de criar uma certa unidade."

“A cultura é antes de mais nada, a unidade do estilo artístico em todas as manifestações vitais de um povo...”.
F. Nietzche

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Casa Orlando Constante II . 1994


A Casa Orlando Constante foi o primeiro projecto construído na minha aldeia natal - Boassas. A ampliação deveria conter uma cozinha/sala, com lareira, fogão de lenha, forno de cozer o pão e fumeiro e, por isso, intenta cruzar tradição e modernidade. A fotografia é tirada ainda durante as obras, que só terminariam em 1997. A obra marca também o início da minha colaboração com a firma de construção "Lourenço & Madureira".

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Casa Orlando Constante . 1994


A Casa Orlando Constante é um projecto de 1993. Trata-se de uma ampliação de um edifício existente, de desenho anónimo, sem risco nem alma, como a maior parte dos que polulam pelo interior do país.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Esplanada Serpa Pinto II . 1993


A proposta para a Esplanada Serpa Pinto tinha este aspecto. Mais ou menos nesta altura comecei a trabalhar com o colega João Duque Carreira e este é já um trabalho com a sua colaboração. O estudo foi aprovado e desenvolvido até ao pormenor, tendo sido feito projecto de execução, medições e orçamento (cheguei até a desenhar parte do mobiliário...). Faltava apenas fazer o concurso para a construção. Mais uma vez o projecto foi inviabilizado e acabou por ficar no local um barraco pré-fabricado, modelo de importação, que nunca funcionou devidamente... Só por curiosidade, a obra custaria menos de 1/10 do que custou a "Casa da Cultura".

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Esplanada Serpa Pinto . 1993


Pouco depois de começar o projecto do Parque de Pias iniciei um outro projecto para a Câmara Municipal de Cinfães. A autarquia havia-me pedido um parecer acerca de uma esplanada que um comerciante local pretendia colocar em frente à Igreja Matriz de Cinfães, no Jardim Serpa Pinto. Manifestei-me contra a pretensão e sugeri um local mais apropriado para o efeito. A proposta não foi aceite e a Câmara voltou a pedir que indicasse um outro local. Como havia no jardim um barraco disforme e que pouco ou nenhuma utilidade tinha, decidi propor a sua substituição por uma estrutura condigna.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Exposição de desenho II


Capa do pequeno catálogo que idealizei para esta exposição. Com o mínimo dos recursos tentei, ainda assim, fazer algo que não fosse o usual.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Exposição de desenho


Enquanto se ia desenrolando "a saga do Parque de Pias", fiz a minha primeira exposição individual. Até à data apenas tinha participado numa exposição colectiva de arquitectura, ainda no âmbito universitário. Este era um dos trabalhos expostos. Um apontamento rápido, desenhado a esferográfica BIC e pintado a pastel de óleo.

domingo, 17 de agosto de 2008

Parque de lazer de Pias IV . 1993

A saga do Parque de Lazer de Pias iria continuar... Efectuei todos os esforços (demasiados, sei-o hoje...) para que a obra pudesse retomar ainda o bom caminho. Infrutíferamente. As várias cartas enviadas para a câmara nem sequer obtinham resposta. Entretanto a obra prosseguia e, tal como eu previra, o construtor pediu a revisão do orçamento em quase 50%!!!!... Era preferível dar quase 10.000 contos (ainda era em escudos) ao empreiteiro a mandar fazer as medições e orçamentos necessários por uma viségisama parte desse valor - se tanto. O povo paga!...
Entretanto, como se tudo isto não bastasse, é-me enviada uma carta (em nome do presidente da câmara) em que se solicita "a suspensão provisória das visitas de acompanhamento da mesma (obra), até completo esclarecimento da situação" (sic), o que revela ignorância e um total desconhecimento dos procedimentos em obra já que, tal como é consagrado na lei, ninguém pode impedir o autor de visitar a sua própria obra.

Parque de lazer Pias III . 1993



Todo o processo do Parque de Lazer de Pias se revelou, de facto, deveras caricato... Alguns tempos mais tarde (creio que uns dois anos) a Câmara acabaria por lançar o concurso para continuar a obra...por empreitada. Escusado será dizer que, embora autor do projecto, nada me foi comunicado entretanto. Acabei por saber por outras vias e, de imediato, alertei (por escrito) para o facto de o projecto não estar suficientemente completo para ser posto a concurso, o que poderia resultar em avultados prejuízos para a edilidade (como de facto veio a suceder). Recebi uma resposta, lacónica, onde dizia que à data (1 de Abril de 1999) já se havia procedido à abertura do concurso. O fax que enviei para a câmara tinha a data de... 18 de Março.
Continuei a visitar as obras, tal como era meu direito e dever. Começaram logo mal e a desrespeitar o projecto aprovado. O Livro de Obra entretanto desapareceu... Sintomático do que estava para vir. Reclamei junto do construtor e por escrito (com registo e aviso de recepção) para a câmara. Entretanto, sem qualquer aviso, a câmara, desrespeitando o que estava definido em acta, deixou de me pagar os honorários pelo acompanhamento da obra que já havia sido efectuado... até hoje!!!!!
Será isto o que se entende por "pessoa de bem"????

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Parque de lazer de Pias II . 1993


O projecto do "Parque de lazer de Pias" previa uma intervenção de fundo em ambas as margens do rio. Seriam plantadas 59 árvores de grande porte, haveria, para além do jardim, uma fonte, iluminação, mesas, bancos, conversadeiras junto ao muro sobranceiro ao rio e lugares de estacionamento... Para além disso e porque entendia que toda a zona deveria ser alvo de um cuidado especial e de uma requalificação, fiz ainda (gratuitamente) um estudo alargado sobre toda a zona da Foz do Bestança, desde o Poço das Aveleiras até Porto Antigo, ao qual chamei "Plano de Salvaguarda da Foz do Bestança", o qual seria rapidamente boicotado, não chegando sequer a ser discutido em assembleia... (o que entretanto tem sido feito na zona prova, de forma eloquente, a necessidade do dito plano e o porquê do seu boicote).
A obra iniciou-se, por administração directa, tendo eu começado a visitar a mesma cerca de duas vezes por mês. Os percalços do decorrer dos trabalhos iam sendo anotados no respectivo "Livro de Obra" (o qual foi exigência minha). Insisti que o projecto deveria ser candidatado a fundos comunitários, contra o cepticismo do executivo e, sobretudo, dos serviços técnicos. Acabaria por ser dotada com uma verba de 75% do total, a fundo perdido!!!... Entretanto houve eleições e o executivo mudou. A obra foi suspensa e os pedreiros "despedidos"...

domingo, 10 de agosto de 2008

Conferência em Santander


"Num tempo em que a arquitectura necessita de uma profunda reflexão sobre si própria, sobretudo pela consciência de que o modelo mecanicista preconizado pelos fundamentos modernistas do início do século passado se encontra completamente desajustado e ultrapassado e de que as novas formas de construir não poderão comprometer a própria vivência humana, ou o próprio ambiente, urge questionar em que sentido poderá a arquitectura evoluir para responder às questões pertinentes da sociedade e do mundo actual."

Assim começa o texto da conferência proferida no passado dia 6 de Agosto em Santander, na Universidade Menendéz Pelayo, em Santander, no âmbito do curso "Arquitectura Sustractiva", organizado pelos arquitectos Miguel Martínez Monedero e Rubén Garcia Rubio.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Parque de lazer de Pias I . 1993



O projecto que se seguiu, também para a Câmara Municipal de Cinfães, foi um convite directo do presidente (que era na altura o meu pai) para a recuperação da zona degradada (como a primeira foto documenta) junto à ponte de Pias, sobre o rio Bestança. O convite era para um projecto oferecido - entenda-se!... E foi o que fiz, sobretudo porque gosto imenso do local e do rio. Apresentei uma proposta de estudo prévio, que foi aprovado pelo executivo. Fiz então o projecto, que haveria de ser aprovado pela Secretaria de Estado do Ambiente, já que o local se encontrava definido em Plano Director Municipal como sendo Reserva Ecológica Nacional. O local foi assim desafectado da REN e as obras podiam então prosseguir. Contra a minha opinião, o executivo decidiu que as mesmas deveriam ser executadas por administração directa. Ficou também decidido que seria eu a fazer o acompanhamento da obra, pelo que solicitei à Câmara o pagamento das deslocações (o meu atelier era, então como agora, no Porto). O pedido foi aprovado por maioria, em acta de reunião de Câmara de 23-12-1996, com os votos contra dos vereadores do PS e com a abstenção de um do próprio executivo, tendo o presidente que usar o "voto de qualidade"... Elucidativo!...
Era o início da "saga".

terça-feira, 29 de julho de 2008

Moradias em banda na "Quinta dos Passais" IV . 1993



Já havia referido que este projecto se havia tornado um verdadeiro "imbróglio" e de como foi boicotado até às últimas consequências... Este ia-se "arrastando" sem que eu me apercebesse verdadeiramente do que na sombra se ia urdindo. O meu trabalho começava a incomodar. Mal suspeitava eu do que estaria ainda para vir com o projecto seguinte...

sábado, 26 de julho de 2008

Novamente nas "Aldeias Avieiras"


Costuma-se dizer que "não há duas sem três"... Assim, mais uma vez visitei as aldeia avieiras do Tejo. Agora no âmbito da apresentação formal à comunicação social da "Candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional". Mais uma vez subimos o Tejo a bordo do varino "Liberdade" presenciando o desenrolar de alguns aspectos desta cultura que teima em subsistir...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Moradias em banda na "Quinta dos Passais" III . 1993


Aspecto da maquete que fiz para o concurso da "Quinta dos Passais". Seria sem dúvida interessante ver o que se encontra neste momento construído no mesmo local.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Moradias em banda na "Quinta dos Passais" II . 1993


Este foi, de facto, um projecto "atribulado". Foi o primeiro projecto "a sério" que fiz. A forma como foi autênticamente boicotado na Câmara Municipal de Cinfães, ainda hoje me deixa perplexo. O projecto tinha tudo. Medições, orçamento, projecto de execução e pormenorização, maquete. Chegou inclusive a ser feito concurso público e a ser escolhido um empreiteiro, a obra. porém, nunca foi iniciada... Tanto dinheiro dos contribuintes deitado fora...

terça-feira, 8 de julho de 2008

Loja de roupas no Porto II


Ainda uma outra fotografia que descobri, do projecto para a Loja de roupas na Av. da Boavista. A maquete era desmontável e integralmente feita em cartolina "bristol". Tinha chegado ao pormenor de fazer as guardas das escadas, estantes, tectos falsos, balcões, etc... Tinha terminado a licenciatura há cerca de 3 anos. Ainda não me tinha apercebido de que, geralmente, as pessoas não querem um projecto de arquitectura, mas sim um documento com que possam levar a efeito as suas mais inconcebíveis ideias...
Era uma altura em que acreditava ainda nas pessoas, na sua boa-vontade e nas suas palavras...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Moradias em banda na "Quinta dos Passais" . 1993



O projecto que se seguiu à loja de modas na Av. da Boavista foi um concurso público por convite, efectuado pela Câmara Municipal de Cinfães, em 1993. Acabei por ganhar o concurso, não pela qualidade da proposta (onde é que isso conta para as câmaras?...), mas porque me enganei a fazer os cálculos de honorários (aí sim, as câmaras são susceptíveis). O processo foi atribuladíssimo e a obra não chegou a ser executada. Estes são alguns dos primeiros esquiços, feitos numa toalha de papel.